Embora tenha havido movimento para acelerar a tramitação da reforma administrativa, aliados do presidente da Câmara, Hugo Motta, reconhecem que será praticamente impossível aprovar um texto robusto antes das eleições de 2026. O objetivo, segundo interlocutores, é apresentar o tema politicamente, permitir que o texto evolua e deixar para 2027 a análise mais ampla e madura na nova legislatura.
Leia a matéria completa em: Veja